Análise do novo circuito: periferia e antropofagia

A segunda década do século XXI está prestes a chegar ao fim. É uma difícil tarefa criar classificações em torno da produção artística dos últimos vinte anos – sobretudo se considerarmos a velocidade das transformações tecnológicas e comunicacionais e a reação que provocaram na arte. Contudo, já é possível enxergar nos anos mais recentes características… Leia mais Análise do novo circuito: periferia e antropofagia

Imagem, natureza e apreensão do efêmero: das gravuras de Hokusai às fotografias de Jeff Wall

No século XIX o Japão experimentou profundas mudanças políticas e sociais com a abertura do país para o comércio exterior, após um longo período de isolamento. Isso culminou, a partir da metade do século, em um processo de ocidentalização do Japão. Mas houve, de certa maneira, uma reciprocidade nesse processo. A imagem do Japão e… Leia mais Imagem, natureza e apreensão do efêmero: das gravuras de Hokusai às fotografias de Jeff Wall

Tropicália e as capas de discos brasileiros dos anos 1960

A década de 1960 foi caracterizada por rupturas em diversos campos e por movimentos que visavam uma sociedade mais pacífica e igualitária. No Brasil, foi uma época turbulenta marcada por uma longa ditadura militar que se iniciava em 1964 e se enrijecia a partir de 1968, com o AI-5, tornando prisões, torturas e desaparecimentos parte… Leia mais Tropicália e as capas de discos brasileiros dos anos 1960

Junho de 2013, 5 anos depois – Uma retrospectiva através da arte

Em 2018, assumi o desafio de ser um dos co-curadores da exposição Junho de 2013 – 5 anos depois, realizada no Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica sob coordenação geral de Daniele Machado e Gabriela Lúcio. Falo em desafio porque realizar uma exposição que tenta historicizar fatos tão recentes, um processo histórico ainda em curso,… Leia mais Junho de 2013, 5 anos depois – Uma retrospectiva através da arte

Atelier Sanitário – Daniel Murgel e Leandro Barboza no Centro Cultural Phábrika

Em uma das ruas mais antigas do centro do Rio de Janeiro, situada na Zona Portuária, encontra-se o Atelier Sanitário, ponto de encontro dos artistas Daniel Murgel e Leandro Barboza, onde desenvolvem projetos individuais e coletivos, além de receberem outros artistas e amigos, o que torna o Sanitário mais do que um local de trabalho,… Leia mais Atelier Sanitário – Daniel Murgel e Leandro Barboza no Centro Cultural Phábrika

Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

Em abril do ano 2000, o Atrocidades Maravilhosas iniciava sua primeira ação no Rio de Janeiro. Vinte artistas saíam pelas ruas da cidade, de madrugada, colando centenas de cartazes que formavam imensos painéis em grandes vias e áreas de intensa movimentação de transeuntes. Os cartazes apresentavam imagens desenvolvidas a partir da pesquisa individual de cada… Leia mais Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

A experiência da destruição como metamorfose

O trabalho de Cristina de Pádula é processual, mutável e encara o tempo como elemento fundamental para sua construção, que se dá através da destruição e reaproveitamento da matéria. Em sua exposição individual realizada no Paço Imperial, com curadoria de Cezar Bartholomeu, a artista apresenta a instalação aqui, não – que também dá título à… Leia mais A experiência da destruição como metamorfose