Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

Em abril do ano 2000, o Atrocidades Maravilhosas iniciava sua primeira ação no Rio de Janeiro. Vinte artistas saíam pelas ruas da cidade, de madrugada, colando centenas de cartazes que formavam imensos painéis em grandes vias e áreas de intensa movimentação de transeuntes. Os cartazes apresentavam imagens desenvolvidas a partir da pesquisa individual de cada… Leia mais Não existe coisa mais íntima que um cu, nem mais pública do que colocá-lo na rua

Lacre ou lucro: quando o oportunismo se disfarça de empatia

O cantor Nego do Borel causou polêmica na internet há algumas semanas, após demonstrar apoio ao deputado Jair Messias Bolsonaro, conhecido por seus discursos homofóbicos, racistas e machistas. Ontem (09/07) surpreendeu novamente ao lançar o clipe “Me Solta”, onde aparece travestido de mulher e beijando um homem. A proximidade entre as duas ações reforça sua… Leia mais Lacre ou lucro: quando o oportunismo se disfarça de empatia

Atrocidades Maravilhosas, Zona Franca e a Escola de Belas Artes como propulsora de encontros e coletividade

Na virada do século XXI, o Rio de Janeiro assistiu à proliferação de circuitos heterogêneos de arte contemporânea, fenômeno motivado pela inconformidade ou incompatibilidade de certos artistas com o circuito institucional e pela vontade de se posicionarem ativamente diante desse sistema, adquirindo funções que nas últimas décadas estavam ligadas à figura do curador, do crítico… Leia mais Atrocidades Maravilhosas, Zona Franca e a Escola de Belas Artes como propulsora de encontros e coletividade

A experiência da destruição como metamorfose

O trabalho de Cristina de Pádula é processual, mutável e encara o tempo como elemento fundamental para sua construção, que se dá através da destruição e reaproveitamento da matéria. Em sua exposição individual realizada no Paço Imperial, com curadoria de Cezar Bartholomeu, a artista apresenta a instalação aqui, não – que também dá título à… Leia mais A experiência da destruição como metamorfose